A China estendeu a isenção de visto para pessoas que viajam até Pequim com duração até 6 dias (144 horas) e também juntou à isenção as viagens até às províncias vizinhas de Hebei e Tianjin.
Os passageiros em trânsito que cheguem por avião, comboio e navio entrando em qualquer um dos seis pontos de fronteira de Pequim, Tianjin e Hebei podem permanecer na região por seis dias antes de se dirigirem para outro destino, de acordo com a Autoridade Fronteiriça de Pequim. Para isso é necessário ter um documento de viagem válido e uma passagem de conexão.
As pessoas de 53 nacionalidades que anteriormente já beneficiavam da política de trânsito gratuito de 72 horas de Pequim são elegíveis para esta nova política com uma maior duração. Os países abrangidos por esta medida são a maior parte da União Europeia incluindo Portugal, o Brasil, EUA, Canadá, Argentina, México, Chile, Japão, Coreia do Sul e Nova Zelândia.
Pequim ofereceu um visto de trânsito gratuito de 72 horas desde 2013. Em 2016, a Autoridade Fronteiriça registou mais de 26 mil visitas deste tipo, 32% a mais que no ano anterior. Segundo os relatórios, a mudança faz parte dos esforços do governo para integrar mais de perto as economias e o desenvolvimento de Pequim, Tianjin e Hebei, bem como fomentar o turismo.
Enquanto que os turistas chineses são os que representam a maior fatia do turismo internacional, a China tem-se esforçado para atrair turistas estrangeiros. As razões da falta de turistas estrangeiros na China resultam de políticas de visto muito rigorosas, a alta cotação da moeda yuan e a poluição. A China não faz parte do top 10 dos países mais competitivos no Turismo segundo o Forum Económico Mundial (FEM), estando inclusivamente atrás de Portugal.
