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Egipto reforça segurança com 17 milhões em Hurghada e Sharm

O governo do Egipto pretende gastar ligeiramente mais de 17 milhões de euros em medidas de segurança nas estâncias de Sharm el Sheikh e Hurghada de forma a tentar recuperar os turistas perdidos devido aos ataques terroristas. O reforço será efectuado colocando mais câmaras de vigilância, máquinas de raios-X, pessoal de segurança e cães farejadores nos resorts do Mar Vermelho.

O Egipto espera que o investimento ajude a tranquilizar os turistas e faça recuperar as muito necessárias receitas turísticas. O número de visitantes caíram abruptamente após a instabilidade política, uma série de ataques terroristas e o acidente do avião russo no Sinai.

O Ministro do Turismo Egípcio, Hisham Zaazou, disse que as medidas, que serão postas em prática nas próximas semanas, vão permitir aumentar o nível de segurança dos turistas, “Estamos constantemente a rever as nossas capacidades periodicamente e continuaremos a fazê-lo”. E acrescentou que o país não irá parar por aqui.

O governo prevê que as medidas não vão fazer os visitantes sentir-se excessivamente guardados e vão procurar um bom equilíbrio entre sentirem-se seguros e desfrutarem das férias tranquilamente.

O mais recente equipamento de controlo de entradas e pessoal de segurança adicional irá monitorizar pontos-chave ao redor dos hotéis, incluindo o acesso a partir do mar. Serão instaladas câmeras CCTV nos hotéis que serão ligadas até salas de controle de segurança do governo.

Uma melhor segurança também será instalada junto aos monumentos arqueológicos e turísticos, incluindo os templos em Luxor, que foram alvo de um ataque suicida em Junho passado.

Na semana passada, três turistas ficaram feridos num ataque com um faca num hotel em Hurghada. Recentemente num ataque reivindicado pelo ISIS diversos estrangeiros foram atacados com armas de pressão de ar enquanto subiam para um autocarro em direcção às pirâmides de Gizé.

Diversos países suspenderam os voos para Sharm el-Sheikh desde Novembro após a queda de uma aeronave russa no Sinai causada por uma bomba terrorista, logo após ter descolado do aeroporto. O ISIS reivindicou a responsabilidade pelo ataque, que matou todos os 224 passageiros e tripulantes a bordo. Desde essa altura que a Rússia suspendeu todos os voos para o Egipto.

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