A empresa está a trabalhar com o inventor norte-americano Chip Yates, cuja própria aeronave eléctrica, a Long-ESA, detém 5 recordes mundiais na categoria de aviões eléctricos em categorias de altitude e velocidade.
No último relatório da Wright Electric, a empresa diz ter alterado a sua estratégia focando-se numa aeronave de 150 lugares, tendo em conta o enorme potencial de mercado de uma aeronave deste tipo.
Segundo a Wright, em 2016, a Boeing e a Airbus venderam 967 aeronaves de corredor único B737 e A320. A um custo de 90 milhões de dólares por avião, o mercado representou 87 mil milhões de dólares de vendas anuais. Como 30% dos voos deste tipo de aeronaves são inferiores a 500 quilómetros, então o segmento do mercado potencial para este avião eléctrico representa 26 mil milhões.
A aeronave eléctrica não terá novas asas ou formatos de fuselagem. A empresa diz que a estrutura é projectada para cumprir com as regulamentações existentes da FAA. A equipa que o está a desenvolver tem décadas de experiência em lugares como a Boeing Phantom Works e Cessna.
A Airbus tem vindo a desenvolver um avião eléctrico de dois lugares desde 2014 e planeia criar a sua própria aeronave eléctrica de curta distância com capacidade para 70 a 90 passageiros.
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