A companhia aérea, que transportava mais de quatro milhões de passageiros por ano em toda a Europa, África e Médio Oriente, culpou os aumentos nos preços dos combustíveis e as flutuações cambiais para justificar o seu fim.
“Não conseguimos concluir com êxito os nossos esforços de financiamento para respondermos às necessidades de liquidez de curto prazo”, disse o diretor Karsten Balke. “Lamentamos muito que, como consequência, não tivéssemos outra escolha a não ser declarar falência”.
A Germania informou que os passageiros que reservaram vôos como parte de um pacote de férias devem entrar em contacto com o operador turístico para conseguirem outras alternativas. Os passageiros que reservaram directamente com a companhia aérea não serão ressarcidos nem terão direito a vôos de substituição.
Esta falência segue-se ao desaparecimento da Air Berlin, que entrou em processo de insolvência em Agosto de 2017. Muitas das suas rotas foram apanhadas pela easyJet.
Em Portugal, a Germania efectuava ligações até ao Funchal desde Berlim e Zurique; Faro desde Zurique, Düsseldorf e Friedrichshafen; e Ponta Delgada desde Dusseldorf.
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