Um total de 8.200 empregados receberão o pagamento, que é maior do que no ano passado, quando o máximo que tinham recebido foi de 907 euros.
O governo da Nova Zelândia, que detém pouco mais de 50% da companhia, também receberá 168 milhões de euros em dividendos. A Air New Zealand (ANZ) também anunciou na semana passada que vai gastar mais de 60 milhões de euros para aumentar o número de assentos premium nos seus Boeing 787-9 Dreamliner e reformar os Boeing 777-300.
Christopher Luxon, presidente-executivo da ANZ, disse: “Estes são os melhores resultados de sempre na nossa história de 76 anos e estou extremamente orgulhoso das realizações da companhia aérea, dos nossos funcionários e da contribuição que fizemos para elevar o sucesso da Nova Zelândia.”
E ainda acrescentou: “A concorrência está a aumentar, porque o turismo para esta nação do Pacífico Sul continua forte e os menores custos de combustível tornam o país um destino mais viável para os rivais.”
Um recorde de 3,3 milhões de pessoas visitaram Nova Zelândia numa base anual até Julho, um aumento de 11% face a igual período do ano anterior.
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