A Japan Airlines (JAL) reportou os casos à polícia japonesa e avançou com um processo disciplinar aos funcionários da empresa por não terem efectuado as verificações suficientes acerca da origem dos pedidos enviados por e-mail.
O caso passou-se em Setembro quando a companhia aérea recebeu um e-mail que se fazia passar por uma empresa de serviços financeiros dos EUA com a qual efectua o leasing de algumas das suas aeronaves. A JAL só descobriu que tinha sido enganada depois da verdadeira empresa de serviços financeiros ter exigido o pagamento em Outubro.
Também pagou cerca de 24 milhões de ienes em comissões a uma outra conta bancária de Hong Kong, após ter recebido um e-mail em Agosto que se fazia passar por uma empresa de logística dos EUA à qual a JAL recorreu para efectuar fretes internacionais.
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