O Vice-Almirante Clive Charles Carruthers Johnstone da Marinha Real Britânica e que é comandante da MARCOM (Comando Central das Forças Navais da Nato) afirmou que não é muito provável que os grupos militares ataquem navios de guerra, mas existe uma terrível oportunidade de um navio de cruzeiro ou porta-contentores ser um potencial alvo.
Em declarações ao jornal The Telegraph ainda acrescentou: “Nós sabemos que eles têm a ambição de ir mais longe, sabemos que eles gostariam de ter uma força naval destrutiva, assim como a Al Qaeda tinha um braço marítimo.”
A ameaça tem aumentado de tom à medida que existe uma mais forte disseminação de armas russas e chinesas sofisticadas a grupos armados na região.
Com o Mediterrâneo a ter cada vez mais forças militares, devido à crise dos refugiados e às ameaças terroristas, os navios de cruzeiro podem constituir um alvo aleatório.
O comandante ainda disse: “Eu acho que não vai ser um acto planeado, malicioso e horrível, eu acho que vai ser uma acção errática, ou um ataque terrorista aleatório, que repentinamente, poderá ter implicações extraordinárias para o mundo ocidental e para esta indústria do turismo”.
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